
Deolindo Pessoa Cadima, nasceu na vila de Montemor-o-Velho/Portugal.
Desde criança que sentia um certo apelo pela arte, mas é com cerca de onze anos de idade que começa a encarar a pintura como hobby. Pintor autodidacta, amador, paisagista e retratista, a pintura é hoje, a sua principal ocupação. Por entretenimento, dedica-se também à poesia, com livro editado, intitulado - PÉTALAS DE LÁGRIMAS.
Considera-se realista, na medida que procura retratar, com a sua fidelidade, não só aquilo que vê, mas também aquilo que sente e o que lhe vai na alma.
Ao longo de quase toda a sua vida a fazer pintura, tem exposto em média duas vezes por ano. Também tem feito algumas exposições colectivas.
Encontra-se em colecções em Portugal e no estrangeiro.
Está representado no Museu Municipal da Lousã / Portugal - Professor Álvaro Viana de Lemos.
É aposentado da Função Pública.
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A honestidade acaba, onde a miséria ou a avareza começa.
A bajulação, em princípio adoça os vaidosos, mas lhes dá termos amargos.
O amor é como o fogo, apaga-se, se não for alimentado.
A vida, não é mais do que a estrada para a morte.
Contra o CRIADOR, não há mãos que cheguem.
Só ama a arte, quem a conhece.
A morte, coisa menos lembrada, é a que mais o deveria ser.
Um falhado não merece desculpa.
Discussão entre incultos, acaba sempre em gritos.
O MUNDO é uma bíblia, mas que poucos a compreendem.
O MUNDO é uma ARENA, onde o HOMEM é a FERA.
A vida é como uma escada, para que um homem suba, outro tem de a descer.
Tudo na vida conduz à morte.
Quando eu morrer, deixo este mundo tal e qual de bom e de mau, como quando cheguei.
Na vida, as pessoas más divertem-se mais que as boas.